3 curtas
Fazer uma máquina de Arcade
export PATH=$PATH:/servers/mame/bin export ADVANCE=/servers/mame/config export TERM=linux tty | grep tty1 && ( while [ 1 ]; do cd /servers/mame/logs /servers/mame/bin/advmenu --log if [ -f /tmp/quitloop ] then sleep 3600 fi done; )
Secção de classificados: Um belo T2
- 10º andar. Dois quartos, 1WC, hall, cozinha e marquise, sala grande, lareira.
- Vista sobre Monsanto e linha de vista aberta para o Cristo Rei. Solarengo.
- Lugar de garagem e arrecadação.
- O prédio é relativamente novo, o condomínio não é caro.
Unplugged '08
Para acompanhar a ocasião decidimos organizar uma conferência da parte da tarde sobre um tema que para nós é neste momento absolutamente prioritário: Usabilidade.
A presença já não é o que era
Update 1: Por coincidência o TechCrunch tem hoje um artigo precisamente sobre a oportunidade de usar uma infra-estrutura como o XMPP para suportar um Twitter "bem feito".
Update 2: Um bom artigo do Mickaël Rémond da Process-one sobre a utilização do XMPP e do pubsub num serviço do tipo Twitter/micro-blogging.
Update 3: A malta do Psi também anda a fazer umas brincadeiras com estes conceitos (via Melo).
No outro dia, com amigos, divagava sobre o que é que torna o twitter tão inútil e tão viciante ao mesmo tempo. Não são certamente as notificações gratuitas por SMS, já desliguei isso tudo, não sobrevive ao teste da vida real. Não é também pelo social networking, já estamos no período post-web2.0 certo? Nem o facto de ser micro-blogging e de nos exigir uma grande capacidade de síntese, leia-se só permitir 140 caracteres por mensagem provavelmente por causa da história dos SMSes (para mim isto é uma limitação). E também não deve ser por causa dos inúmeros problemas de performance e de disponibilidade que o serviço tem sofrido ultimamente. Mas há algo, porque aquilo agarra-nos. O que é? Eu diria que é isto:
Video do PTMail
Ok, alguém me vai matar por isto amanhã. Mas estive a ponderar e sinto que há legitimidade para tornar este vídeo público: Primeiro porque tenho créditos, muitos créditos, no que diz respeito a expor situações embaraçosas dos meus queridos colegas e amigos de trabalho. Segundo porque já lá vão mais de 4 anos, e todos sabem que na Internet 4 anos são na realidade 12, é muito tempo.
Este vídeo representa um marco na cultura interna do SAPO. Foi o nosso primeiro mega-projecto, que envolveu tempo, recursos e custos consideráveis para essa altura. Tratou-se de construir a nova plataforma toda baseada em produtos Opensouce (ie: Qmail, Horde, Debian Linux, etc, etc.) e que viria a suportar o E-Mail da Telepac e do próprio SAPO, e que ainda hoje existe.
Foram 18 meses de projecto e de trabalho árduo em que não faltaram muitas discussões, muita pressão também do status-quo da época (e dos fabricantes e fornecedores do legacy), mas também muito trabalho em equipa, profissionalismo e diversão. Enfim, vejam.
versão com fullscreen no player
Takeoff 2008
Fiquei sensibilizado com o convite para ser orador. Afinal de contas eu já não me considero empreendedor, pelo menos não no sentido de começar startups, há uns anos valentes desde que ajudei a fundar o SAPO e o mail.pt. Mas enfim, a minha vivência e o facto de lidar no meu dia a dia com pessoas brilhantes e novos empreendedores de alguma forma me dá formação e me permitirá passar uma mão cheia de conselhos.


