Muitos pixels têm corrido pela net ultimamente sobre o Erlang. Eu honestamente não pesco um boi daquilo (faltei às aulas da Process-One, para alívio de muitos) mas fascinam-me as características da plataforma, a arquitetura e os use-cases de sucesso. Again, o servidor de XMPP do SAPO corre sobre Erlang e tem sido um descanso.
Este artigo do Damien Katz, um dos autores da CouchDB (que já falei aqui) é de leitura fácil e faz uma excelente radiografia ao bom e ao mau do Erlang e explica porque é que linguagem pode, ou não, ser para ti. A ler.
Os ifs-com-todos-os-condicionais é verbose mas não achei muito irritante, tal como tolerei bem as "variáveis constantes". Evitam fazeres atribuições não planeadas e garante que pensaste (e definiste) todos os possíveis valores da tua condição. Além disso simplifica o trabalho em thread-management (look ma, semaphores!), dando-nos as maravilhosas threads ultra-leves de erlang...
Ao início é um pouco chato e confuso, mas é mais uma questão de planear correctamente o flow da tua lógica.
Os records são um kludge. E sim, fica-se com a certeza que é um add-on muito posterior ao resto da linguagem. Numa formação é particularmente doloroso: acabaste de fazer o "click" mental, começas a maravilhar-te com beleza e simplicidade de programar em erlang... e apanhas com records que são verbose, messy, kludgy. Acesso á Mnesia é particularmente dificultado por se usar records para... Simplificar.
E, responder "Just use LFE" é francamente idiota:" Hey, curto esta linguagem e arquitectura, mas irrita-me alguns detalhes mal pensados! Já sei, vou usar OUTRA linguagem filosoficamente diferente com o seu própio set de problemas! Em vez de resolver or problemas na linguagem que, no geral, curti!!"
http://yarivsblog.com/articles/2008/03/09/in-response-to-what-sucks-about-erlang/
Tuesday, March 11. 2008 at 09:39 (Link) (Reply)
Ao início é um pouco chato e confuso, mas é mais uma questão de planear correctamente o flow da tua lógica.
Os records são um kludge. E sim, fica-se com a certeza que é um add-on muito posterior ao resto da linguagem. Numa formação é particularmente doloroso: acabaste de fazer o "click" mental, começas a maravilhar-te com beleza e simplicidade de programar em erlang... e apanhas com records que são verbose, messy, kludgy. Acesso á Mnesia é particularmente dificultado por se usar records para... Simplificar.
E, responder "Just use LFE" é francamente idiota:" Hey, curto esta linguagem e arquitectura, mas irrita-me alguns detalhes mal pensados! Já sei, vou usar OUTRA linguagem filosoficamente diferente com o seu própio set de problemas! Em vez de resolver or problemas na linguagem que, no geral, curti!!"
Isto, claro, na minha humilde opinião
Tuesday, March 11. 2008 at 16:17 (Link) (Reply)